Sem tempo para organizar um evento? Já pensou em WEBINAR?

Por Fernando Nieto*

Dentro do marketing jurídico umas das principais recomendações que costumamos dar é: faça eventos, torne-se fonte sobre sua prática, traga seu cliente para dentro do escritório, mostre sua expertise, impressione e será lembrado.

Modalidade recente e crescente no Brasil, o Webinar pode ser uma solução inteligente e barata para escritórios que produzem bastante conteúdo, sabem da importância de organizar eventos, mas enfrentam a questão de um espaço físico limitado.

O termo “webinar” é uma contração das palavras web e seminar, ou seja, uma apresentação, palestra, reunião, treinamento ou workshop que são transmitidas através da web.

Como funciona? Um software de conferência web é conectado por todos os participantes em uma reunião online onde materiais visuais são compartilhados, geralmente a funcionalidade difere para apresentadores e participantes. A ferramenta pode ser acessada por qualquer navegador e não exige download ou instalação de programas no computador dos participantes.

Dependendo da tecnologia utilizada, os participantes podem interagir teclando, falando e ouvindo através de microfones e alto-falantes plugados ao computador em uso. Alguns produtos também permitem o uso de webcam para exibir os participantes da sessão.

As vantagens desta ferramenta podem ser incontáveis, destaco algumas delas:

  • Estende o alcance das informações para um público muito maior ;
  • Facilita seu prospect acessar ao seu conteúdo onde e quando quiser;
  • Anula a questão dos deslocamentos;
  • Otimiza o tempo de todos os interessados;
  • Reduz custos com locações, materiais impressos, pessoal, alimentação e bebidas;
  • Transmite a imagem de uma banca moderna que lida com inovação.

Logicamente que um evento presencial também traz muitas vantagens, mas nosso papel é apresentar as opções existentes e fornecer a melhor modalidade para cada caso. O importante é agir. Se sua banca dispõe de um bom material, temas atuais, significativos e atraentes, aliados a um mailing adequado, mãos a obra.

*Fernando Nieto é consulto da Markle Comunicação e especialista em Marketing Jurídico.

Sobre a Markle

Os consultores da Markle possuem mais de 10 anos de experiência em renomados escritórios de advocacia e estão aptos a prestar assistência para as bancas na organização, preparo, revisão e envio de informações para todos os guias e publicações internacionais que classificam, analisam e escrevem sobre o mercado jurídico.

Para obter mais informações sobre marketing jurídico siga a página da Markle Comunicação e Marketing Jurídico no LinkedIn, acesse o nosso Blog e visite o site: www.markle.com.br

 

Os diferentes tipos de eventos corporativos

Cada vez mais se evidencia o fato de que os eventos corporativos influenciam diretamente na imagem e identidade da organização. Além de comemorativos, eles podem ser elaborados para atingir objetivos específicos e são um excelente canal de comunicação com colaboradores, comunidades, fornecedores, investidores e clientes.

Em uma pesquisa realizada pela Franceschini Análise de Mercado, encomendada pelo MPI (Meeting Professionals International), estima-se que as mil maiores empresas do Brasil realizam, em média, cada uma, 270 eventos por ano. Ou seja, essas ações estão cada vez mais presentes nas organizações por gerarem excelentes resultados.

As empresas que se envolvem em eventos corporativos, podem aumentar a credibilidade no mercado, promover os valores e engajar colaboradores.

Veja a seguir os tipos de eventos corporativos mais comuns:

Workshop

O workshop tem o objetivo de fornecer treinamentos para as equipes. Detalha ou aprofunda um determinado assunto, que pode ser abordado de maneira teórica, mas que contribui para o desempenho prático dos participantes.

Convenção

É um evento que reúne profissionais de uma mesma empresa ou profissionais equivalentes de organizações diferentes. As convenções podem ser de diversos tipos: vendas, lançamento de produto, congraçamento e comemorações.

Seminário

É um evento técnico com tema definido. O número de participantes é limitado e todos devem ter algum conhecimento prévio sobre o assunto. A proposta desse evento corporativo é trocar informações e know-how através de uma lógica simples: apresentação do assunto, discussão sobre ele e conclusão. Um seminário pode ter a duração de um dia ou até várias semanas.

Fórum

É uma reunião realizada com participação intensa da plateia, preferencialmente formada por um grande número de pessoas. A ideia do fórum é sensibilizar a opinião pública sobre determinados problemas sociais. Um coordenador levanta o tema de interesse geral e busca a opinião da coletividade. Ocorre debate livre até que conclusões possam ser tiradas.

Simpósio

O simpósio é um evento de especialistas de alto renome no tema tratado, por isso é considerado um evento de caráter científico. Os participantes geralmente possuem o mesmo nível dos profissionais responsáveis, assim, é feita uma discussão para levantar diferentes visões sobre o mesmo assunto. Pode ser realizado em um ou vários dias com a participação do mediador, que apresenta os profissionais expositores, define o tempo de apresentação e recebe as perguntas que serão respondidas ao final da exposição.

Conferência

A conferência é um evento para profissionais com alta qualificação e vasto conhecimento sobre o tema. É direcionada para um grande número de pessoas em um ambiente confortável e elegante. Este tipo de evento exige a presença de um presidente de mesa para condução dos trabalhos, sendo bem mais formal que uma palestra. As perguntas acontecem somente por escrito e devidamente identificadas, bem no final da exposição.

Independente de qual seja o objetivo de um evento corporativo, é uma ótima oportunidade para reunir pessoas em torno de uma mesma meta: o desenvolvimento da corporação.

Fonte: blog Transamerica Expo

http://www.transamericaexpo.com.br/blog/a-importancia-dos-eventos-corporativos/

WHY YOUR LAW FIRM SHOULD THROW AN EVENT

Stacey E. Burke*

Despite the proliferation of digital communication tools, in-person events remain a crucial component of law firm business development best practices. In 2015 alone, companies poured $572 billion into experiential marketing or engagement marketing initiatives – this type of marketing directly engages consumers and gets them to participate hands-on with a brand (e.g. SWSW, sporting events, and large product launches). Live events have even been called a “critical component” of every outbound marketing strategy by some of the biggest players in the digital marketing business. In-person events continue to top various lists as one of the most effective tactics for B2B content marketers.

WHY EVENTS DO IT BETTER

People are People. Events can make a huge impression very quickly. Emails and phone calls don’t generally inspire immediate action. Events tap into real-time, face-to-face communication with potential clients and potential referral sources. They also help you cultivate and maintain existing relationships with those who have helped grow your law firm so far.

Event Marketing. Events are newsworthy, and can be incorporated into a law firm’s public relations and media efforts. Events can even boost a law firm’s local SEO via online calendar entries and other digital citations to the event. Firms can also leverage social media to increase attendance, awareness, and brand recognition. Emails lead up to and serve as a follow up to the main event.

Below are five types of events that your law firm can throw.

FIVE EVENTS YOUR LAW FIRM CAN HOST

Educational Events 

An educational event provides actual value to your target demographic through your expertise and through the acquisition of continuing legal education hours. Be sure to use outside experts and not solely rely on your own firm’s lawyers to serve as event speakers. Formats for an educational event are not all in-person, and can include:

  • Webinars
  • Podcasts
  • Google Hangouts
  • Video online
  • Livestream

Seminar Socials

Plan a social event to take place alongside a heavily attended continuing legal education seminar, court hearing, or other industry function. Make it social, not educational, because your potential attendees will be looking for a break from classes and seminars. Good ideas can include a golf tournament, champagne brunch, or family bike ride. It’s important to be considerate and make sure that your social event doesn’t conflict with the original event you are planning around.

Co-sponsored Soirees

Joining forces with another law firm with uncompetitive practice areas or in a noncompetitive geographic region can often double or triple your event invitation list. There is power in a strategic partnership – which doesn’t have to be with a law firm. Some of the best partnerships can be with popular legal industry vendors that often have large marketing budgets to spend. Think about what collaborations will be the most lucrative both for the event and in the future. If you share your event with others, be sure that your law firm stands out with the coolest branded swag and that you have an excellent automated follow-up sequence to maximize your return on investment, especially with the additional contacts you gain through list-sharing with your co-sponsors.

Community Initiatives

As I have mentioned before, “Helping others is an important part of every law firm’s mission. Being involved in your community is a way to further that mission.” Law firms need to be careful what organizations they get involved with for a variety of reasons, not the least of which is financial. As noted by the American Bar Association, in today’s law firm environment, sponsorships and charitable giving have taken on greater roles than ever before. Firms spend a disproportionate amount of marketing dollars on sponsorships – and once a charity has been sponsored, it’s hard to turn down future requests.

Cultivate an ongoing relationship with a charitable cause or organization that your lawyers and staff believe in and/or are personally affected by and use that alliance to do good in your community. Volunteer hours are also great passive public relations and not a hard cost to the firm if conducted outside of business hours, such as on a Saturday.

Client Appreciation Events

When you are planning an event to thank those who have helped your business succeed, plan it selflessly. Think about the message you want your attendees to take away and plan your event around instilling it in them. Since you really want people to attend and to enjoy themselves, consider making these events “plus one.” Not only will you get to meet more people and develop more potential business, but you will also allow each attendee to use your event to their own advantage, giving them more reason to attend. While events like these are an opportunity to tap into the collective conscious of your most lucrative client base with beta testing, surveys, and more, be careful to stay focused on them and their happiness. Fun ideas for client appreciation include getting custom cowboy boots made, racing luxury sports cars on a private racetrack, and a nice dinner in a private dining room with appropriate entertainment.

EVENTS ARE FUN, BUT EVENTS ARE WORK

All event planners have heard their job functions reduced to being a fun party planner. While certain aspects of event planning can be “fun,” professional legal industry event planners work to help further the business development efforts of individual attorneys, practice groups, legal departments, and law firms as a whole.  Most law firms do not have a budget large enough to employ a truly qualified in-house event planner and try to make do with a one-size-fits-all marketing employee. If your law firm is going to invest the time and money into planning and hosting an event, you should strive for flawless execution and not just use an available receptionist or paralegal without true event planning experience.

SAVE MONEY BY OUTSOURCING LAW FIRM EVENT PLANNING

Outsourcing or revamping traditional marketing and business development methods can save law firms money. Selective outsourcing is a desirable option for most small to medium sized firms, as recent studies have shown that qualified, external business development consultants can help generate measurable new business.

Since few law firms employ truly top-notch event planning talent internally, this is a key area in which most law firms can and do outsource. For example, substantive CLE programs and other professional development programs require a skillset that not every law firm marketing or business development employee will have.

Our team of event enthusiasts have helped lawyers and legal industry vendors across the country plan measurably successful events in cities including Chicago, Austin, New Orleans, and more.

* Fonte: http://www.staceyeburke.com/blog/Why-Your-Law-Firm-Should-Throw-An-Event

Vale a pena investir em diretórios jurídicos?

Por Juliana Leão*

Essa é uma das perguntas que mais tenho ouvido em reuniões com escritórios de todos os tipos. Para ser honesta, mesmo com toda a vivência nestes anos e, também, considerando opiniões de colegas experientes em Marketing Jurídico, este é ainda um assunto controverso e polêmico. Neste artigo, gostaria de colocar alguns pontos importantes sobre o tema e, posteriormente, compartilhar a minha opinião.

Existe realmente algum tipo de pesquisa?

 Depende. Há diversos diretórios no mercado, sendo que muitos deles são os famosos “caça-níqueis”, como já foi abordado pela consultora Tatiana Cintra em seu último artigo. Então, primeiramente, é preciso separar aqueles que tem credibilidade daqueles que não tem. Este é o início de tudo para os escritório que desejam participar dos diretórios.

Aqueles classificados como confiáveis, possuem sim um método de pesquisa. O que acontece, na maioria deles, é que os pesquisadores não são advogados. Ou seja, pode existir algum tipo de ruído caso a submission (relatório específico do diretório) de um determinado escritório tenha sido mal elaborada (com linguagem técnica demais, escrita de forma confusa, ou não levando em consideração as características básicas para uma boa elaboração). Além disso, pode existir uma certa relatividade entre o que os advogados consideram mais importante e o que esses pesquisadores consideram em termos de tipo e complexidade de casos. Por isso, para ter um melhor desempenho, é importante estreitar o relacionamento com cada uma dessas publicações e tentar entender os seus critérios e o que elas esperam receber de informação.

Qual é o retorno financeiro?

Essa é uma das questões mais recorrentes sobre o tema e muito sensível.

Em primeiro lugar é preciso ressaltar que, apesar de não haver nenhum custo para submeter casos para essas publicações confiáveis, existe um custo interno referente às horas que um advogado utiliza para elaborar uma submission, afinal é o tempo de trabalho dele que está sendo empenhado para outra atividade.

Para isso, recomendamos que o escritório se organize previamente, para evitar usar uma quantidade de horas desnecessária nesta tarefa. Ir separando casos relevantes em um arquivo ao longo do ano, e escolher um advogado com menor senioridade (mas que escreva bem e seja orientado para a tarefa) para ser responsável por preparar o documento da submission, pode ser uma das saídas para este problema.

Outra questão levantada é se potenciais clientes procuram informações de escritórios nesses diretórios. Concordo que geralmente a escolha de escritórios para uma concorrência se dá por indicação ou reputação de uma banca. No entanto, muitas vezes acontece de dois ou mais escritórios terem um nível técnico e precificação muito similares. Então como decidir? Nestes casos, a posição dos rankings nestes diretórios pode ser um fator importante de desempate.

Todos os escritórios devem participar dos diretórios?

 Depende dos objetivos da banca. Por exemplo, para um escritório que atua em um nicho onde clientes internacionais não são relevantes, talvez não faça sentido investir tempo em participar. Mas, vale lembrar que, mesmo assim, os diretórios podem ser utilizados como fator de desempate em uma concorrência.

Em conclusão, mesmo que o investimento em diretórios jurídicos ainda não seja financeiramente mensurável, acredito que eles ainda são relevantes e não devem ser menosprezados pelos escritórios. Claro que este cenário pode mudar daqui há alguns anos, afinal o mercado está sempre em evolução. Mas, no momento, esta é a minha avaliação.

* Juliana Leão é consultora da Markle Comunicação e especialista em Marketing Jurídico.

 Sobre a Markle

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A arte das publicações “caça-níqueis” no meio jurídico

Por Tatiana Cintra*

Todos os dias, as caixas de e-mails dos escritórios são bombardeadas com inúmeras mensagens de premiações e convites para elaboração de artigos pagos. Mas como filtrar, no meio de tantas opções, quais são as que realmente valem vincular a imagem do escritório e dos profissionais e investir recursos e tempo?

Alguns itens ajudam a identificar a seriedade das publicações:

  • Pagar para aparecer

No caso de premiações, as que realmente realizam pesquisas sérias, nunca irão vincular incluir o nome do escritório e de seus advogados como referências, somente após o pagamento de qualquer valor, ainda que irrisório ou de caráter somente para o “custeio da placa” com a citação do “prêmio”.

Já para artigos, desconfie de preços astronômicos, sem contrapartidas como o recebimento de cópias do livro na publicação e o comprometimento de divulgação para um mailing relevante, com comprovação de fato.

  • Spam, convite sem critério

Publicações “caça-níqueis”, que só pensam em dinheiro, sem credibilidade, disparam e-mails de forma indiscriminada, sem nem avaliar a área de prática do escritório e do profissional que estão dizendo como referenciados no prêmio X ou indicados como profissionais especialistas na área, para a redação de artigo.

A intenção é volume. Então, vários profissionais irão receber o e-mail ao mesmo tempo, dentro do escritório e provavelmente, mais de uma vez.

  • Canais institucionais e público-alvo

Publicações sérias e consolidadas, possuem homepage e e-mail com o domínio do nome da publicação ou da editora, telefone de contato, referências de outros profissionais e páginas em redes sociais atuais como Linkedin e Facebook. Ao receber e-mail de convite de premiação, consulte no Google a publicação, para tirar suas conclusões.

No caso de artigos, principalmente de publicações estrangeiras, questione qual o público alvo de entrega da publicação e o alcance. Em publicações sérias, haverá um mailing para envio e uma cota de livros pré-estabelecida que serão impressos. Já nas duvidosas, o envio será quase sempre, somente para quem a própria pessoa que pagou para escrever para a publicação.

* Tatiana Cintra é consultora da Markle Comunicação e especialista em Marketing Jurídico.

 Sobre a Markle

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New submission form for Chambers & Partners

John Read*

Chambers & Partners has published its new submission form, available here. In summary, there are some minor tweaks to some of the guidance and the order of sections, but the big change comes with the division of the second half of the form into “publishable information” (section D) and “confidential information” (section E). Each of these sections allows for up to ten client names and (separately) ten detailed work highlights, making for a total of 20 of each. The submission guidance has been updated to reflect the increased limit.

The revisions shouldn’t require firms to make many changes to their processes for preparing submissions, save that there is now the opportunity to present an additional five client names and (more importantly) five detailed work highlights. Chambers will accept submissions using the old form for the time being, though this will no doubt change in due course.

The full list of changes is as follows:

  • Sections A and B are largely the same, save that the checkbox list of industry sectors now falls in section B.
  • Guidance for B6 and B7, regarding ranked/unranked lawyers respectively, has been revised.
  • Guidance for B8 and B9, regarding foreign experts/desks respectively, now asks for information about work in the past year that demonstrates their expertise.
  • The 250-word limit for B10 (‘What is this department best known for?’) has been removed (no doubt much to firms’ delight), and the guidance under the question has been revised.
  • The checkbox list of industry sectors, previously in section C, is now B12.
  • Section C in the new form is the old section D, about feedback.
  • Guidance for C2 now expressly asks for comments on the accuracy of the rankings (both department and individual) and of the editorial.
  • The old sections C and E have been revamped into the new D and E, dealing with publishable and confidential information respectively. Each section allows firm to include up to ten client names (and whether or not each is a new client), plus ten detailed work highlights, making for 20 client names and 20 detailed work highlights in total.

* credit: John Read is head of directories at MD Communications (http://mdcomms.co.uk)

Submissions: o que você precisa saber para obter o resultado esperado

Por Priscilla Adaime*

Todos os anos os guias e publicações internacionais publicam rankings dos escritórios com o melhor desempenho dentro das respectivas áreas de atuação e anualmente surgem as seguintes dúvidas: É importante participar? Os clientes consultam esses guias? Por que nós precisamos preparar as informações com tanta antecedência?

Os anuários Chambers & Partners e Legal 500 são consultados por clientes e pela imprensa para referências quando estão buscando por algum serviço ou profissional especifico. Gostemos ou não, os anuários são importantes para a captação de clientes e para o marketing das bancas, particularmente se o seu escritório presta serviços jurídicos para empresas estrangeiras. Eles fornecem informações valiosas sobre os advogados e o modo de trabalho da banca.

O Submission acontece em 3 etapas: o formulário com as informações gerais da banca e trabalhos executados, a lista de client referees e a entrevista com o pesquisador responsável por compilar as informações coletadas sobre área de atuação pesquisada. Confira as dicas abaixo para obter o melhor resultado:

Cumpra os prazos. Quanto antes a informação for enviada para o pesquisador mais tempo ele terá para avaliar os dados enviados e esclarecer qualquer dúvida ou avisar a banca, caso exista algum erro no preenchimento do formulário. Isso é especialmente importante no caso da lista de client referees, pois os pesquisador pode começar a contatar os clientes antes de realizar as entrevistas com os sócios. Além disso, o escritório terá tempo suficiente para indicar novos nomes, caso o pesquisador não consiga contato com alguns dos clientes da lista. Os prazos estão disponíveis nos sites dos guias.

Faça a lição de casa. Conheça os pesquisadores e mantenha contato frequente para saber como eles desejam receber a informação (melhor formato e abordagem). Conheça a metodologia e os termos de cada guia. A maioria das publicações fornecem ajuda e orientação.

Estruture bem o Submission: os guias solicitam informações semelhantes. O Chambers possui um modelo que pode ser baixado no site. O Legal 500 não disponibiliza o template. Evite duplicar o formulário do Chambers quando for enviar as informações para o Legal 500. Como regra básica a banca precisa incluir:

  • Informações básicas sobre o escritório e contatos
  • Informações da área (contatos, sócios responsáveis, contratações e demissões)
  • Feedback sobre o ranking atual
  • Informações gerais sobre a área e pontos fortes
  • Principais trabalhos realizados pela área nos últimos 12 meses
  • Advogados que já foram ranqueados pelo guia
  • Advogados que ainda não participam do ranking
  • Referência para trabalhos executados em outros países ou ‘foreign desks’
  • Informações específicas sobre todos os integrantes da equipe (diferenciais, experiência nos setores, experiência passada relevante fora da sua prática, casos relevantes que participaram nos últimos 12 meses – qual papel eles desempenharam? Por que o caso foi importante?)
  • Descrição de trabalhos relevantes executados nos últimos 12 meses (qual era o papel do advogado (2 frases)? Datas. Quem estava envolvido no caso? Por que/ Como o caso foi significativo? Foi de grande importância, complexo, único, comercialmente importante? Inclua links de informações que foram publicadas pela imprensa. Confidencialidade – o caso é confidencial ou publicável?
  • Informações adicionais – prêmios recebidos, matérias publicadas, etc.
  • Lista de clientes
  • Lista das indústrias/setores atendidos

Seja breve. Os pesquisadores tem muitas informações para revisar, portanto quanto mais curto e objetivo for o texto, melhor será o formulário. Escreva o suficiente para passar mensagens-chave e exemplos. Evite bombardear o pesquisador com informações irrelevantes e uso de linguagem técnica. Mantenha o texto simples e acessível. No primeiro parágrafo descreva o caso de forma simples e direta incluindo termos que sejam facilmente identificados. No segundo parágrafo dê mais detalhes sobre o papel da banca e apoio dado aos clientes, incluindo informações sobre desafios e pontos de interesse. No terceiro explique porque o caso foi importante (para o cliente, setor, região ou país).

Escolha referências confiáveis. Tenha certeza que os nomes indicados na lista de client referees podem ser contatados com facilidade, estão dispostos a participar da pesquisa e fazer referências positivas ao trabalho desenvolvido. Se os pesquisadores não conseguirem falar com os clientes listados isso pode prejudicar o desempenho da área no ranking.

* Priscilla Adaime é sócia fundadora da Markle Comunicação e especialista em Marketing Jurídico.

Os consultores da Markle possuem mais de 10 anos de experiência em renomados escritórios de advocacia e estão aptos a prestar assistência para as bancas na organização, preparo, revisão e envio de informações para todos os guias e publicações internacionais que classificam, analisam e escrevem sobre o mercado jurídico.

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