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Clientes e a busca por serviços jurídicos

A forma mais tradicional de encontrar advogados ainda é através da indicação de pessoas conhecidas. Uma pesquisa encomendada pelo escritório americano Moses & Rooth mostra que a maioria das pessoas (34,6%) recorre à indicação de conhecidos antes de contratar serviços jurídicos. O número de clientes que procuram por advogados através das redes sociais ainda é pouco significativo. O estudo realizado com 1.183 pessoas afirma que apenas 2,1% dos potenciais clientes utilizam as redes sociais na busca por advogados. Os outros 41,4% optam pelos anuários jurídicos impressos e outros sites disponíveis na Internet.

Como os sites de busca são bastante utilizados é importante que os escritórios divulguem nas informações publicadas em seus sites os serviços oferecidos, pontos fortes e especialidades pelas quais desejam ser encontrados. As áreas de atuação e biografias são os dados mais relevantes para futuros clientes que pretendem contratar serviços jurídicos.

Conforme apontado na pesquisa do Moses & Rooth, as redes sociais possuem menos importância na busca, mas essas ferramentas aumentam o alcance das informações publicadas no site e podem auxiliar a pesquisa. Ter um site não é suficiente, ele deve ser divulgado na web para garantir que as pessoas irão encontrar seu escritório entre os concorrentes.

Normamente, quando um cliente acha na Internet um advogado que atenda as suas expectativas, antes de contratar seus serviços, ele pesquisa por artigos ou posts de autoria do profissional localizado, a fim de confirmar sua experiência e conhecimento nas áreas onde busca assessoria. A informação complementar é a cereja do bolo.

Atualmente, os escritórios não podem se dar ao luxo de perder o expressivo volume de potenciais clientes que acessam a Internet para encontrar serviços jurídicos. Investir na imagem do seu escritório on-line pode ser uma ótima forma de captação.

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Como usar o Facebook para divulgar seu escritório?

Facebook ainda é visto como uma rede pessoal, um lugar onde é mais provável interagir com os amigos, ao invés de buscar serviços legais. Os escritórios ainda não se convenceram dos benefícios que o uso do Facebook pode proporcionar. Confira neste post da Markle Comunicação tudo que você precisa saber para usar a rede.

Conta empresarial:

Um erro comum cometido pelos escritórios no Facebook é usar contas pessoais para prover seus serviços e atividades. O Facebook lançou em 2007 contas específicas para empresas que desejam divulgar seus negócios na rede. Usar uma conta pessoal impede que clientes potenciais encontrem a página do escritório através da ferramenta de busca do Facebook, pois a conta é entendida pelo sistema como se pertencesse a um indivíduo, não a uma empresa e mesmo que a conta seja encontrada ela não irá permitir que os visitantes usem o botão de “curtir”, fundamental para a divulgação de negócios na rede. Além disso, ao utilizar uma conta pessoal o escritório perde acesso a opções de propaganda, dados, estatísticas e aplicativos, dentre outras vantagens oferecidas pelas contas empresariais.

Outro ponto negativo é que ao manter uma conta pessoal para propósitos comerciais o escritório está infringindo a declaração de direitos e responsabilidades do Facebook. Caso o usuário não realize a migração para a conta empresarial, isso pode acarretar no cancelamento e na perda de todo o conteúdo postado.

Botão de “curtir”:

O escritório deve incentivar seus funcionários e advogados a “curtir” a conta empresarial e pedir para que as conexões dos integrantes façam o mesmo. O número de “curtidas” é importante, pois ao alcançar mais de 30 “curtidas” o escritório poderá acessar métricas e estatísticas sobre a visualização e alcance da conta.

Frequência dos posts:

Além das “curtidas”, a variedade e frequência dos posts também têm importância fundamental para o sucesso das contas. Publicar informações relevantes na hora certa é essencial. Demorar dias ou semanas para publicar artigos sobre novas leis, regulamentos e decisões judiciais pode ser um erro. Os escritórios não devem priorizar a quantidade e sim a qualidade das informações, mas isso não quer dizer que eles podem relevar a assiduidade dos posts, que devem ser publicados mais de uma vez por dia.

Depois que um fã “curte” a sua página, ele dificilmente irá visita-la novamente. A frequência dos posts gera visibilidade no feed de notícias de seus fãs, encorajando os seguidores a “curtir” e comentar os posts, isso aumenta o alcance da conta.

Comentários:

Autorizar os usuários a postar comentários na página do Facebook pode gerar maior engajamento com a conta, mas caso essa ferramenta seja ativada é aconselhável ter uma pessoa encarregada do monitoramento da página para evitar que mensagens desagradáveis sejam publicadas.

Aplicativos:

Utilizar os aplicativos disponíveis para as contas empresariais pode ajudar os escritórios a divulgar melhor as suas atividades. Os aplicativos permitem que os escritórios sincronizem blogs, contas no twitter, dentre outras na página do Facebook. Também é possível customizar a aparência dos aplicativos para que eles tenham a mesma identidade visual dos escritórios.

O perfil do escritório Goodwin Procter é um bom exemplo de como os escritórios devem usar os aplicativos oferecidos.

Sessão “sobre”:

A sessão “sobre” permite que os escritórios façam uma breve descrição de suas atividades e histórico. É importante que os escritórios usem as palavras certas e incluam um link para a sua página na internet.

Fotos:

Muitos escritórios de advocacia realizam eventos sociais, conferências, seminários, etc. Publicar fotos dessas atividades em álbuns no Facebook pode ser positivo. As fotos ajudam a mostrar o lado humano do escritório, aproximando assim seus seguidores.

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